19/08/2011: Com puta dor!
Primeiro o computador se entregou. E se entregou literalmente. Eu ligava ele e até conseguia iniciar o sistema. Mas então ele desistia no meio do caminho. Como se a CPU não quisesse viver.
Depois foi o relacionamento. A sacanagem da vida estava gostando da brincadeira. Até houve uma tentativa de recuperação do controle da situação. Mas isso também se tornou uma peça bem pregada. Mais uma arriada.
Mas desgraça pouca é bobagem, dizem por aí.
No sagrado futebol de quinta-feira o bagulho perdeu completamente o charme do improvável e se transformou num maldito carma. Foi um chute e uma lesão. Bravamente continuei , mas uma bolada na cara e depois o inevitável agravamento da lesão anterior derrubaram a minha moral no chão. Agora eu tento dormir, contorcendo-me de dor, na cama, procurando o motivo que me levou a querer ver TV antes de recolher-me. Pois foi tão óbvio quando o televisor parou de funcionar, que eu só poderia dar risada.
Nem de frustração e nem de raiva. Porque eu sabia que mais coisas viriam.
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