A fêmea, com seu zumbido infernal, distrai a vítima numa tentativa de desorientação. Enquanto isso o macho voraz penetra a nossa pele, com simples picadas, tentando sugar teu sangue dívino. A pobre vítima termina o serviço, arranhando a pele, em busca de alívio, mas abrindo as feridas necessárias para fazer o sangue jorrar.
Tap, bloff, catabum, plaff...
Entre socos e tapas, acerto um. Muito pouco para esse momento caótico. No escuro me sinto um idiota, esmurrando e estapeando meu próprio corpo. Assim fica difícil contornar a situação.
Preciso dormir!
Ligo as luzes e me deparo com um enxame (ou qualquer que seja o coletivo para mosquitos). Olho ao redor e vejo duas carcaças mortas.
Esses mosquitos não vão me dar trégua.
Me concentro ao máximo, numa tentativa desesperada de mandar mais um deles pro inferno.
Trin-trin-trin... Trin-trin-trin... Porra do caralho de despertador...
Diabos, já é hora de ir entregar.
Desisto da guerra e deixo o sono pra mais tarde. Saio pensando ser necessárias medidas mais extremas.
Saldo da noite: 2 deles mortos, dezenas de picadas e hematomas em mim.
está precisando comprar um inseticida hein? chega de noites mal dormidas!
ResponderExcluirJá agilizei um Raid 45 noites... Medidas extremas exigem ações desesperadas... iuhauihaiuhahaiuahiua
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